Hoje, todo mundo carrega uma câmera no bolso o tempo todo. Fotografamos o almoço, o trânsito, a flor na calçada e as crianças brincando. Mas para onde vão todas essas imagens? A maioria se perde no mar sem fim do armazenamento em nuvem ou quando o celular que quebra.
A fotografia perdeu o peso, o toque, o cheiro. Antigamente, sentar no tapete da sala para folhear um álbum de família era um evento. Havia uma curadoria do que importava. A fotografia era uma herança palpável. Hoje, corremos o risco de ser a geração com mais fotos tiradas, e a com menos memórias impressas.
Imprimir uma foto é um ato de resistência e de amor. É garantir que, daqui a vinte, trinta anos, uma tela preta quebrada não leve embora as memórias do que vocês construíram juntos. O digital é conveniência, mas o papel é história.
Além de imprimir suas fotos de forma avulsa, também é possível montarmos álbuns a partir de fotografias, profissionais ou não, que você já tem e não quer correr o risco de perder. Vamos colocar suas memórias no papel?